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Entrevista com AXL PDF Imprimir E-mail
Matérias - Entrevistas
Escrito por nossomundo   
AXL - Rua do Flow

AXL nasceu em Jacareí, interior de São Paulo, dia 17 de Outubro de 1990. Visto como promessa da nova geração, iniciou sua carreira em 2004 no grupo Incognitivos.
Em 2008, após deixar o grupo, lançou o EP - Curta Metragem e ao lado de Emicida concretizou uma enorme e elogiada festa de lançamento no dia 22 de novembro daquele ano.
O EP criou expectativa nacional em torno de seu trabalho, colocando seu nome em destaque.
Após os trabalhos baseados no EP houve a fase de transição e em 2009 lançou o single "Uma Lágrima",  junto a uma promoção de Remix, no qual o vencedor foi o produtor Laudz, de Curitiba.

Fundador e idealizador das batalhas de freestyle "Rua do Flow", festa com visibilidade e proporção nacional que leva o título de maior festa de Rap do Vale do Paraíba, e que vem se firmando cada vez mais com um forte selo dentro do nosso rap.
No dia 6 de Outubro de 2010, em parceria com o selo Laboratório Fantasma, lançou a elogiada mixtape "Caos Pessoal" que está atingindo a tiragem de 4.000 cópias. A mixtape é vendida a R$2,00 na rua e nos shows.
Acaba de lançar o seu primeiro vídeo-clipe, da música "É Nóiz!" integrante da mixtape, que ganhará também outro clipe em breve.




AXL está em fase de produção do seu próximo trabalho, um dos muito projetos para 2011.

Confira a entrevista com o Rapper.
Por Vitor Reis

NM (NossoMundo): Em primeiro lugar, gostaríamos de agradecer pela oportunidade desta entrevista.

NM: Onde e como surgiu o AXL? E como é o cenário do Hip-hop em sua cidade?

AXL: O AXL surgiu em 2004, na cidade de Jacareí (Vale do Paraíba), logo após conhecer o Freestyle. Não só em Jacareí, mas no Vale, o cenário tem crescido bastante; surgiram novos nomes e alguns retornaram. Existe trabalho nas ruas e festas que movimentam isso. É o caso da Rua do Flow em Jacareí, a festa Brasilidade e a Batalha 5º Elemento em São José dos Campos. Em Jacareí, estamos conseguindo alcançar outros olhos, não somente de um público direcionado. A venda de cd’s nas ruas tem ajudado bastante nisso. Mas ainda tem muito a crescer...

 

NM: Quando foi que você se interessou pelo movimento Hip-Hop e como começou a escrever, produzir, e cantar RAP?

AXL: Me  interessei primeiro pelo grafite, por volta de 2003,2004... Fiquei um bom tempo pintando, ajudando na organização de alguns eventos. Logo depois, conheci o Freestyle e isso aumentou o meu interesse pelo rap. Na verdade, nessa transição me peguei escrevendo. Um amigo (Quartã) já tinha a idéia de um grupo e já havia algumas gravações da nossa própria “Liga dos Mc’s”. Uma vez ele encontrou uma letra minha, pediu pra eu rimar em cima de uma batida e logo depois me chamou pro grupo que ele estava montando, o Incognitivos. Foi um primeiro passo importante! Já me via dentro disso, pesquisando, estudando, montando um home-estúdio e gravando. Tudo tão cedo.

 

NM: Explique um pouco pra gente sobre o lançamento da mixtape “Caos Pessoal”. Quem participa da produção assinando os instrumentais?
AXL
: A mixtape foi lançada em outubro de 2010, em parceria com o selo “Laboratório Fantasma”. Foi meu segundo trabalho e venho colhendo bons frutos com ele. Assinam os instrumentais o Laudz de Curitiba, Skeeter e Dö de São José dos Campos e o Caene de Jacareí.

 

NM: Com lançamento no dia 18 de Janeiro de 2010, a música escolhida pro vídeo clipe é a música “É NÓIZ”.  Como foi a escolha do vídeo clipe que representa a mixtape?
AXL
: Foi fácil. A “É Nóiz!” foi lançada como primeiro single da mixtape  e vem tendo um retorno legal nos shows. Já tinha a idéia do clipe. Só foi preciso sentar e estudar pra começar a produção.

 

NM: Percebemos que houve uma relevante transformação da Música Popular Brasileira para a Música Contemporânea Brasileira. Hoje, os meios de produção, comunicação e difusão da música, não são mais apenas os meios de comunicação populares como rádio e televisão, mas também os meios alternativos. Você acha isto positivo e suficiente, ou acredita que falta mais espaço nos meios populares?
AXL
: Acho positivo. Sabendo trabalhar esses meios as vantagens são enormes, mas não suficientes. Acredito que é necessário mais espaço nos meios populares pra uma expansão maior, para inserir um trabalho de qualidade na grande massa. O grande segredo está em como trabalhar os meios e não na divisão deles. Sabemos de um certo controle de produto que há por trás, mais quem vem trabalhando certo está conseguindo seu espaço, aos poucos.

 

NM: Entre alguns versos você diz "morrer pelo conjunto", "chega de sofrimento e vamos viver, nóiz por nóiz o necessário pra vencer". O que você quis dizer com estes versos?
AXLAXL: “Morrer pelo conjunto” é uma alusão ao “tamo junto”, que é usado com freqüência. Hoje em dia, algumas palavras perderam o verdadeiro sentido e valor. E o verso reforça isso; você realmente está com quem está com você? “Nóiz por nóiz” é unir as forças pra vencer, é o necessário. Esse verso caracteriza a música. Somos todos um na questão do trabalho ou de qualquer sentimento, se seguirmos no caminho. Ao final, é certo encontrar e colher esses frutos.

 

 


NM
: Em 2010 surgiram novas mixtapes, alguns festivais, novos projetos culturais, e sabemos que além do desenvolvimento destes projetos que se baseiam nos pilares da cultura H2, houve também o que podemos chamar de inserção social do Hip Hop. A quê você atribui essa inserção social do Hip Hop?

AXL
: 2010 foi um ano com um ritmo bom, mas 2011 já vem superando isso desde os primeiros dias. Inserção social é ampliar essas ações à disposição de todos. A única forma de se chegar a esse ponto é mobilizar a sociedade como um todo, para ter acesso às informações. Isso se atribui às raízes do movimento, às ações comunitárias, ao lance da “quebrada”, do bairro...
Isso vai muito além, assim também como a disposição de uma parte do nosso material nos meios populares.


NM: Considerando nossa convivência num país multicultural como o Brasil, onde temos influências de todo o mundo.  Qual a sua opinião sobre a aceitação da nossa cultura nos outros países?
A
AXLXL: A cultura brasileira é muito rica e muito já foi tirado daqui. Nossas origens chamam a atenção e há seguidores em todo o mundo. Lá fora, há trabalhos sendo valorizados que aqui no país não são tratados com a importância que merecem. Não só na música, mas também em outras manifestações. É certo que muito ainda não se conhece, o próprio país vem se descobrindo. Muita coisa é distorcida. Muitos conhecem o Brasil de outra forma. Esse é o ponto negativo. A valorização tem que vir de dentro.

 

NM: Deixe aqui uma mensagem para os leitores, pra quem curte o seu trabalho ou seus parceiros. Fique a vontade. Este é seu espaço, este é o Nossomundo.
AXL
: Pra quem vem nos acompanhando, 2011 é um ano de vários projetos.
Continuamos nos trabalhos.
Muito obrigado a todos pelo espaço!
A rua é nóiz! Rua do Flow e Laboratório Fantasma.

AXL RUA DO FLOW

 

Telefone de contato:  12 97456532 | 45*450
E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Site: www.laboratoriofantasma.com
myspace:  www.myspace.com/axlmc

 

 

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